Yanna Lavigne: “Felicidade é para ser compartilhada, independentemente do seu estado civil”

No último mês de gravidez, a atriz fala sobre a espera da primeira filha, Madalena

Revista Crescer, por Taynara Prado - atualizada em 26/04/2017 12h42

Yanna Lavigne: reta final da gravidez (Foto: Gerard Giaume)

Depois de passar por uma separação em meio à gestação, Yanna Lavigne conta como tem se preparado para a chegada da pequena, prevista para 25 de maio, e diz que se sentiu orgulhosa ao ser uma referência de empoderamento feminino para outras mães. “Coragem e força são qualidades que a maternidade nos traz”, comemora.

Suas escolhas pessoais [a separação do ator Bruno Gissoni, durante a gravidez] a tornaram uma referência de independência para muitas mães. Há algum conselho que você gostaria de dar para quem se espelha em você?
Tenho recebido e respondido cada mensagem de empoderamento onde dizem que a referência sou eu. É um orgulho ver minhas escolhas pessoais, resolvidas com carinho e convicção, tocarem muitas mães de primeira viagem e, de alguma maneira, auxiliá-las e encorajá-las em suas decisões. É uma satisfação estender a mão, mesmo à distância. O conselho vai de encontro a tudo em que acredito: felicidade é para ser compartilhada, sim, independentemente do seu estado civil. Família é harmonia e união, independentemente de suas crenças. Amor próprio significa você buscar sua paz, independentemente do que isso represente. Coragem e força são as qualidades que a maternidade nos traz. Que a gente desfrute delas!

Como tem sido sua primeira gestação?
O primeiro trimestre foi cheio de novidades. O corpo começa a se adaptar a gerar uma vida, então, demanda muita energia. Eu sentia cansaço e muito sono. Logo passa quando chega o segundo trimestre, que vem cheio de vitalidade e disposição! No terceiro trimestre, o trabalho é mais psicológico. É preciso controlar a ansiedade com calma, serenidade e conexão. O receio agora não é do parto; é de ser a melhor mãe que alguém poderia ter!

Gerar uma vida tem influenciado no seu processo criativo como atriz?
Tem influenciado no processo criativo para a vida, mas tenho certeza de que isso envolve todos os setores do meu dia a dia. Não tenho dúvidas de que, a partir da gestação, sou uma nova mulher e uma nova profissional.

Ser mãe sempre esteve em seus planos ou o instinto materno só foi despertado depois que você recebeu a notícia da gravidez?
O instinto se torna genuíno quando a descoberta da maternidade acontece.

Existe uma cobrança da sociedade e da imprensa pela boa forma instantânea depois do parto. Como mãe de primeira viagem, você já parou para pensar sobre o assunto?
Minha gestação está sendo muito saudável e tranquila. Minha preocupação sobre o pós-parto é toda voltada para a Madalena.

Como foi a sensação do primeiro chute da Madalena?
A sensação mais maluca e, ao mesmo tempo, mais inexplicável que pode existir, é uma grande novidade você sentir pela primeira vez os movimentos do seu filho no ventre. A consciência desperta instantaneamente!

Você canta ou conversa com a barriga? E o Bruno?
O tempo todo. Ouço música, coloco música para ela... Tenho escutado muitos instrumentais de meditação, enquanto Bruno tenta convencê-la a ser flamenguista (risos).

Por ser uma pessoa pública, você se sentiu incomodada com o assédio da imprensa sobre sua vida pessoal, em um momento tão especial?
Geralmente, o feedback das pessoas é respeitoso, mas confesso que alguns veículos [de imprensa] vêm com uma abordagem errada.

O que deseja para o futuro da Madalena?
Aprendizado e felicidade sem fim!

Que conselho você daria para outras mães?
Siga sua intuição. Essa é a maior dádiva que "ganhamos" junto com nossos bebês.